quarta-feira, 14 de abril de 2010

TERRA SANTA - IMPRESSÕES



Estou de volta ao Brasil da visita à Terra Santa e Jordânia. Gostaria de deixar registrados alguns comentários. Além disso, convido os colegas de excursão para complementarem as impressões enirquecendo com outras observações. Na verdade cada um vê a sua maneira alguma coisa. Penso que a impressão seja pessoal devido ao foco de interesse de cada um. Por isso, coloco à disposição este blog para todos os colegas: Diego, Maria Luiza, Tibiriçã, Maria Ivônia, Maria Tereza, Genair, Solange, Liane, Maria Solange e Marilene.
Visão Geral.

Primeiramente penso que se deveria começar pela Jordânia e depois Israel, e não vice-versa como foi, pois a maioria dos fatos históricos bíblicos do Antigo Testamento ocorreu na Jordânia, tais como a história dos patriarcas – Abraão, Isaac e Jacó – Monte Tabor, Níneve, Batismo no rio Jordão e dezenas de outros. A visita poderia começar com Belém, hoje território palestino, e terminar em Jerusalém com a visita dos lugares da morte, crucificação e ressurreição de Jesus.
O segundo aspecto que gostaria de frisar é que os guias locais foram muito bons, expondo os fatos como neutralidade. Excepcionalmente, o guia da Jordânia entrou mérito da telogia cristã el alguns aspectos exxenciais, como a divindade de Jesus, o dogma da Trindade - pai, filho e esp´rito santo - três pessoas mas um único Deus, a monogamia e poligamia, afirmando que possui um fundamento bíblico. E nisso externou sua crença na superioridade do islamismo em relação ao cristianismo e com isso fugiu ao padrão da imparcialidade. O mais imparcial dos guias foi de Israel, de religião judaica, mas mantendo sempre um profundo respeito com a crença dos cristãos, embora divergisse da judaica.
Outro aspecto geral foi que na Jordânia, apesar da permissão da poligamia, ela atinge níveis ínfimos na população. Os polígamos são contados numericamente. Possuem 4 mulheres apenas dez homens na Jordânia, com 2 ou 3 mulheres entre 50 e 100 homens e apenas 5% pratica a poligamia.
Um aspecto que saltou aos olhos de todos nós foi a presença ostensiva da religião tanto em Israel e Jordânia. Como coincidiu a Páscoa cristã e Judaica, foi um Deus nos acuda. Tivemos que seguir os rituais judaicos, como comer pães ásimos, não beber bebida alcoólica, em alguns casos nem anotações podiam ser feitas. Nos hotéis havia um elevador, denominado de sabá, que parava em todos os andares. Externamente exibiam-se solidéus, barbas, chapéus de clima gelado e assim por diante, tudo isso em nome da religião. Na Jordânia, das mesquitas saíam vozes chorosas chamando os fiéis a orarem cinco, o que de fato o faziam.